Activistas preocupados com silêncio de João Lourenço sobre o “caso Cafunfo”
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Activistas preocupados com silêncio de João Lourenço sobre o “caso Cafunfo”

Nesta semana vários activistas que manifestaram-se em frente a Embaixada de Portugal em Luanda, de modo a exigir o fim da guerra em Cabinda. Os manifestantes mostraram-se indignados com o silêncio do Presidente da República, João Lourenço, diante o caso das “mortes em Cafunfo”.

Activistas preocupados com silêncio de João Lourenço sobre o “caso Cafunfo”

Activistas preocupados com silêncio de João Lourenço sobre o “caso Cafunfo”

A manifestação tinha como objectivo chamar atenção à comunidade internacional para conflitos que alegam existir em Cabinda.

Porém, acabou por ser reprimida pela Polícia, com a detenção de alguns activistas.

Sendo que horas depois foram colocados em liberdade.

Durante o protesto, manifestantes a exigiram que João Lourenço se pronunciasse face ao sucedido na Lunda Norte.

Activistas preocupados com silêncio de João Lourenço sobre o “caso Cafunfo”

Lúcio Luvili, um dos jovens que também fez-se presente ao protesto desta segunda-feira na embaixada portuguesa, pediu ao Presidente da República um pronunciamento.

Bem como uma tomada de posição, enquanto o mais alto mandatário do país.

De modos a se pôr fim, ao que considerou, como o “massacre” no Leste, e as supostas detenções arbitrárias.

“O que aconteceu em Cafunfo com os dados de pessoas mortas que nos chegam, seria bom, que o Presidente da República, enquanto Chefe de Estado, tomasse uma posição e fizesse algum pronunciamento”, disse, o activista.

Além dos activistas e dos partidos políticos, estão ainda, bispos da Igreja Católica, na sua mais alta liderança condenam o sucedido em Cafunfo.

As autoridades falam em sete mortos.

No entanto, activistas dizem que pelo menos 20 pessoas foram mortas e acusam a polícia de atirar corpos ao rio para se desembaraçarem das vítimas.

Em comunicado, manifestantes ligados ao Protectorado Lunda Tchokwe consideraram como sendo falsa, a versão da Polícia Nacional avançada à imprensa pública, onde acusam a acção do Movimento do Protectorado, como tendo sido a base da rebelião.

Activistas preocupados com silêncio de João Lourenço sobre o “caso Cafunfo” no entanto

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