Nástio Mosquito
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Angolano Nástio Mosquito finalista do maior prémio de artes britânico

A exposição dos trabalhos dos finalistas selecionados para Artes Mundi, o maior prémio internacional de artes britânico, entre os quais está o angolano Nástio Mosquito, abre a 21 de Outubro, do próximo ano em Cardiff, no País de Gales.

A exposição vai prolongar-se durante quatro meses, até 26 de Fevereiro de 2017, e vai dividir-se por dois locais, o Museu Nacional de Cardiff e o centro de artes Chapter, na mesma cidade, indicou na segunda-feira à agência Lusa fonte da organização.

Os sete finalistas para a edição de 2017 anunciados este mês são John Akomfrah, Neïl Beloufa, Amy Franceschini, Lamia Joreige, Hito Steyerl, Bedwyr Williams e Nástio Mosquito. O angolano, que apresentou trabalho na Ikon Gallery de Birmingham no início de 2015, já tinha sido considerado pelo diário The Guardian um dos “Dez Artistas Africanos a Seguir” no ano anterior.

Nascido no Huambo em 1981, Nástio Mosquito viveu em Portugal, onde aprendeu jazz no Hot Clube em Lisboa, e no Reino Unido, onde estudou e trabalhou em televisão, antes de se estabelecer em Luanda e também em Gent, na Bélgica. Além de trabalhos em vídeo, faz escultura, poesia, música, representação e fotografia, tendo-se estreado no Reino Unido em Londres, no museu Tate Modern, no âmbito de um projeto colectivo para promover artistas africanos.

Embora menos conhecido e prestigiado do que o Prémio Turner, que atribui 25.000 libras (34.000 euros) anualmente apenas a artistas britânicas, o prémio Artes Mundi está aberto a artistas plásticos internacionais e agracia os vencedores com 40.000 libras (54.400 euros). O vencedor da sétima edição só será anunciado a 25 de Janeiro de 2017.

 

Fonte: publico

 

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