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Bráulio Morais questiona união entre os angolanos após assassinato de jovem do Prenda

Recentemente, José Kilamba Rangel de 23 anos foi assassinado por agente da polícia, por não fazer o uso da máscara facial, face a esta situação, o basquetebolista Bráulio Morais questiona se há união há entre o povo angolano, tendo em conta que poucas pessoas têm falado no assunto, contrariamente ao que aconteceu no caso de George Floyd.

Bráulio Morais comparou as reações a morte de George Floyd, que aconteceu nos Estados Unidos de América, as reações a morte de José Kilamba Rangel, em Angola, no Prenda.

Recorde-se que George Floyd foi também assassinado por um agente da polícia, sem oferecer resistência, e sem motivo aparente.

Segundo o basquetebolista angolano, os dois crimes hediondos foram tratados de forma diferente pelo povo angolano que postou e falou muito mais do caso de Floyd em relação ao de José Rangel.

“Nós angolanos mesmo somos unidos?

George Floyd foi assassinado brutalmente por um polícia

e nós angolanos postamos, falamos sobre o assunto.

A polícia em Angola matou então um puto no Prenda por causa de uma máscara.

Postem então também isso?

Falem então do assunto…?

Tudo a toa,

mas para falar da vida dos outros são rápidos”,

escreveu Bráulio nos stores do seu Instagram.

José Kilamba Rangel: morto por não usar máscara facial

José Kilamba Rangel foi baleado nesse domingo(12) no bairro Prenda por um oficial da polícia que devia ser responsável pela segurança dos cidadãos. Isso, por não estar a utilizar a máscara facial exigida pelas autoridades sanitárias em locais públicos.

O acto gerou revolta na população daquele bairro que fechou as estradas e começou a queimar pneus, em forma de protesto.

A Polícia Nacional já pediu desculpas pelo “incidente”.

O agente responsável pela morte de José Rangel já está “detido para responsabilização disciplinar e criminal”, conforme informou a PN.

Bráulio Morais questiona união entre os angolanos após assassinato de jovem do Prenda

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