Doutoramentos em troca de diamantes: acusações recaem sobre professor da UAN
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Doutoramentos em troca de diamantes: acusações recaem sobre professor da UAN

O docente da faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto (UAN) e co-coordenador do programa de doutoramentos daquela instituição, Jorge Bacelar Gouveia, foi nesta semana constituído arguido por suspeitas de corrupção pela suposta venda de doutoramentos a alunos oriundos dos PALOP em troca de diamantes.

Doutoramentos em troca de diamantes: acusações recaem sobre professor da UAN

Segundo informações divulgadas pela TVI, a Polícia Judiciária portuguesa, deu uma busca nos locais ligados ao português Barcelar Gouveia.

Nomeadamente, a sua casa e o seu local de trabalho, as instalações da Universidade Nova de Lisboa, onde dá aulas de direito.

Diversos órgão de comunicação social portugueses divulgaram nesta segunda-feira(14), que o professor catedrático foi constituído arguido no processo “Tutti Frutti”.

Processo este que investiga uma alegada teia de corrupção e tráfico de influências.

Bacelar Gouveia terá ajudado alunos de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) a conseguir doutoramentos a troco de contrapartidas, tais como diamantes.

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Em declarações à Lusa, a direção da NOVA School of Law “confirma a realização de buscas”.

E avança que “sinalizou, nos últimos dois anos, algumas situações que levantaram dúvidas sobre a conduta do Professor”.

Tendo então por duas ocasiões avançado com “participações disciplinares por violação dos deveres de informação, de zelo, de lealdade e de correção”.

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Mais recentemente, a NOVA School of Law voltou a fazer nova participação disciplinar à Universidade.

No entanto, acrescenta, “jamais foi considerada a possibilidade de o Professor Jorge Bacelar Gouveia ter praticado atos suspeitos de constituir crime”.

E por isso a instituição diz ver com “surpresa” e “consternação” as acusações de que o constitucionalista é agora alvo.

A Lusa questionou a Pocuradoria Geral da República sobre o caso.

A questão posta foi se o constitucionalista foi constituído arguido por suspeitas de corrupção relativas à alegada venda de doutoramentos a alunos dos PALOP.

Bem como se é o único arguido neste processo.

Entretanto, não obteve qualquer resposta até ao momento.

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