FC Barcelona vence Athletic Bilbau e ergue Taça do Rei

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O FC Barcelona conquistou hoje a Taça do Rei ao vencer o Athletic Bilbau, por 3-1, numa vitória com o cunho pessoal do futebolista argentino Lionel Messi, que transformou o primeiro golo num hino ao futebol.

Ao contrário do hino nacional de Espanha, abafado por um coro de assobios dos mais de 95 mil adeptos dos clubes representativos de duas regiões que lutam pela autonomia, Catalunha e País Basco, o golo de Messi, aos 20 minutos, gerou uma explosão de alegria.

Disputada em Camp Nou, após negada a cedência do Santiago Bernabéu por parte do Real Madrid, a final que colocou frente a frente os clubes com mais triunfos na prova começou com um deslize do guarda-redes catalão Ter Stegen que quase dava o golo a Williams.

Neymar foi o primeiro a introduzir a bola na baliza do guarda-redes Iago, num golo que não valeu por pretensa situação irregular, até que aos 20 minutos, o argentino Lionel Messi, num lance de génio, fintou cinco contrários e colocou o FC Barcelona a vencer por 1-0.

O segundo golo dos catalães surgiu com naturalidade por Neymar, aos 36 minutos, numa jogada rápida, rasteira, ao primeiro toque, que envolveu todos os elementos do ‘tridente maravilha’, que inclui o brasileiro, o argentino Messi e o uruguaio Luis Suárez.

Vencedor de 26 Taças do Rei, contra 23 do Athletic Bilbau, o FC Barcelona viu assim a sua supremacia em campo traduzida em golos, ficando mais perto da sexta vitória em oito finais disputadas contra os bascos.

Já na segunda parte, Lionel Messi, aos 74 minutos, sentenciou praticamente a final com a obtenção do 3-0 para o FC Barcelona, segundo da sua conta pessoal, elevando para 120 os golos marcados pelo tridente (Messi/Neymar/Suárez) em todas as provas numa só época.

A pensar já na final da Liga dos Campeões com a Juventus, no próximo sábado, na qual poderá conquistar o ‘triplete’ (juntar o título europeu ao campeonato e à Taça do Rei), o FC Barcelona abrandou, promoveu algumas alterações, e viu o Athletic Bilbau marcar o seu tento de honra por Williams, aos 74 minutos.

Já perto do final, o jogo teve um momento menos bonitos, com o desentendimento entre alguns jogadores, mas acabou com o FC Barcelona a erguer o troféu e com algumas despedidas anunciadas, entre as quais a do histórico Xavi, desde 1991 ao serviço dos catalães.

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