MC Gui e família em contas com a justiça brasileira

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MC Gui e família em contas com a justiça

O funkeiro brasileiro Guilherme Kaue Castanheira Alves, mais conhecido como MC Gui, de 19 anos está em conta com a justiça brasileira.

Os crimes envolvem mais três de seus familiares, que estão directamente ligados.

Todos estão a ser investigados pela polícia brasileira por crimes como lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e agressão.

Os policiais cumpriram na quarta-feira (7), um mandado de busca na produtora RW da qual faz parte o músico.

Foram encontrados diversos pinos com cocaína, além de um automóvel de luxo, uma Mercedes Benz avaliada em R$ 800 mil.

“É um crime complexo que envolve agressão, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica”.

Afirmou o delegado Osvaldo Nico, da DECADE, Departamento de Capturas e Delegacias  Especializadas nesta quinta-feira.

MC Gui e seus pais, Cláudia Castanheira conhecida como Cláudia Baronesa e Rogério Alves

Assim como uma avó do cantor, são donos da produtora RW, e também são acusados de criar leilões falsos na internet.

O artista faz o mesmo estilo musical de Jojo Todynho que esteve pela primeira vez em Angola 

Saiba mais sobre o leilão falso realizado pela família do cantor Mc Gui

“É evidente a ligação dos familiares dele com a produtora e com este site de leilão.

Um leilão falso, no qual a pessoa compra, deposita o dinheiro (que cai na conta de um funcionário da produtora) e depois o site sai fora do ar.

Lesando assim um monte de gente”, explicou o delegado.

De acordo com Nico, o funkeiro, os pais dele e a avó do cantor seguem sob investigação que, segundo o delegado, começou há três meses.

Segundo Nico, o grupo fez vítimas em diferentes Estados (Províncias).

As denúncias das pessoas que foram prejudicadas, além de um pedido do Sindicato dos Leiloeiros para apurar os sites suspeitos.

Fizeram com que a polícia abrisse um inquérito para investigar os possíveis crimes de “estelionato”, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Dentro do esquema, a polícia teria identificado aproximadamente 70 vítimas.

A organização montava os sites e, quando alguém os denunciava, ele era desmanchado

E outro similar era colocado no lugar para ficarem livres de suspeitas.

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