João Lourenço condena vandalização de bens nas manifestações "não há necessidade"
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João Lourenço condena vandalização de bens nas manifestações “não há necessidade”

Nesta quinta-feira(17), Presidente da República, João Lourenço, refutou, informações que dão conta das autoridades terem proibido a realização de manifestações e condenou, veementemente, a vandalização de bens públicos e privados por alguns jovens manifestantes.

João Lourenço condena vandalização de bens nas manifestações "não há necessidade"

O PR discursou ontem na qualidade de Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Angolanas (FAA).

Isso aconteceu num encontro com as chefias das forças militares e policiais.

“Passa-se muitas vezes a informação tendenciosamente deturpada de que as autoridades angolanas proibiram as manifestações, algo que é absolutamente falso, porque com as limitações da Covid-19, o que o Executivo fez, no âmbito das suas responsabilidades, foi limitar o número de pessoas em ajuntamentos na via pública”, esclareceu.

João Lourenço censurou o acto levado a cabo pelos manifestantes no último protesto do dia 10 do mês corrente.

Recorde-se que diversos cidadãos na manifestação escalaram a estátua do primeiro Presidente de Angola, Agostinho Neto.

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Lembrou que o país assistiu “com indignação o ultraje e a profanação da figura de Agostinho Neto, pai da Nação cometido por alguns jovens manifestantes”.

“Essa atitude em nada dignifica a juventude angolana, que ao longo da nossa história deu provas de boa educação, de respeito pelos símbolos nacionais e figuras históricas. Deu provas de patriotismo”, salientou. “Não há necessidade de vandalização de bens públicos ou privados, não há necessidade de agressão física ou verbal contra as autoridades, contra cidadãos ou contra jornalistas de órgãos que aparentemente não apoiem a realização das manifestações”, enfatizou.

JLo considera que destruir bens públicos ou privados, não é manifestar, “são actos condensáveis”.

Presidente lembrou que o país vive um momento de grande abertura democrática.

Neste os direitos e garantias fundamentais dos cidadãos são efectivamente exercidos.

Salvo algumas limitações temporárias impostas pela necessidade de contenção da expansão da Covid-19.

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