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Microsoft reforma programa

A Microsoft deixou de oferecer ontem suporte para o sistema operacional Windows XP e as ferramentas do Office 2003, uma reforma anunciada que põe em risco os computadores que não se modernizarem.

Os utilizadores do XP e do Office 2003 podem continuar a utilizar o software, mas a partir de hoje ficam mais expostos a ataques, advertiu a Microsoft, que já não vai lançar mais actualizações de segurança, correcções de erros ou melhorias de conteúdo técnico.
Segundo dados da empresa NET Applications, em Março, 27,69 por cento dos computadores ainda funcionavam com o Windows XP, o segundo sistema operacional mais popular do mercado ainda hoje, só superado pelo Windows 7, que tem 48,77 por cento do mercado.
Windows 8 e Windows 8.1 representam uma fracção de mercado agregada de pouco mais de dez por cento. A perda de peso do XP no sector foi progressiva nos últimos meses, mas não suficientemente rápida para conseguir uma transição geral para versões mais modernas do Windows antes da sua data de reforma. Até 2012 era o sistema mais utilizado no mundo. E em Março de 2013, 38,73 por cento dos computadores operavam com o Windows XP. A Microsoft encorajou os utilizadores a abandonarem o XP, desenhado para uma época na qual somente seis por cento da população se ligava à Internet, e não havia o uso em massa de smartphones.
“O seu computador vai continuar a funcionar, mas vai ser mais vulnerável aos vírus. Além disso, à medida que mais fabricantes de software e hardware continuam a optimizar as suas ferramentas para versões recentes do Windows, pode esperar que um maior número de aplicativos e dispositivos não funcionem com o Windows XP”, explicou a Microsoft.
Um cenário de incompatibilidade e vulnerabilidade semelhante apresenta-se a quem continuar a utilizar o Office 2003, que também não vai ser mais actualizado.
A Microsoft oferece às organizações sem fins lucrativos a migração para o Windows 8.1 e o Office 365 como parte dos seus programas de doações.

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