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Ministro do Interior reconhece exageros da Polícia Nacional

Em decorrência da realização do Conselho Consultivo Alargado do Ministério do Interior, Eugénio Laborinho, representante máximo do órgão de governação, desculpou-se pelas eventuais irregularidades ou excessos de zelos da Polícia Nacional prometendo que os mesmos serão corrigidos.

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“Devem compreender a essência deste trabalho porque a realização da justiça pressupõe defender quem tem razão, estando sempre do lado da Lei, responsabilizando quem a viole”, disse o Ministro do Interior ressaltando ser fundamental que os cidadãos não olhem para os órgãos de Polícia como inimigo.

Como forma de conselho, Laborinho atentou a sociedade a ter atenção ao que está estipulado na Constituição e na Lei.

Isso sempre que estiver a exercer os seus direitos como a liberdade de expressão, livre circulação, manifestação e outros.

O governante sublinhou que “nenhum direito é absoluto”.

Desse modo, sempre que alguém quiser exercer alguma acção contemplada na lei, como sendo um direito fundamental, “é necessário estabelecer-se o grau de empatia e fazer o exercício de colocar-se no lugar daqueles que vão ressentir o efeito da sua acção. Apesar de termos o direito de nos manifestar, isso não nos legitima impedir que os outros circulem, ou danificar os bens públicos ou privados”, afirmou.

O ministro afirmou que os órgãos de Polícia existem para garantir a ordem e a legalidade democrática.

O que acontece independentemente da filiação partidária, religião, raça ou nacionalidade.

Neste âmbito, considerou o cidadão uma “peça fundamental do processo, por via do método de diálogo permanente, interacção entre a sociedade e os órgãos, sem colocar de parte as políticas gizadas para sedimentar a estratégia do policiamento de proximidade”.

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