Mistério da Educação abre concurso público com 7.500 vagas para auxiliares de limpeza
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Mistério da Educação abre concurso público com 7.500 vagas para auxiliares de limpeza

Iniciou hoje, 11 de janeiro, as inscrições para o concurso público de admissão para sete mil e quinhentas (7.500) candidatos auxiliares de limpeza do sector da Educação, nas 18 províncias do pais.

Mistério da Educação abre concurso público com 7.500 vagas para auxiliares de limpeza

Recordar que, as escolas públicas estão há mais de 10 anos que não recebem funcionários para o sector de limpeza.

No entanto, a Educação, veio em 2021 abrir o concurso esperado por muitos e ajudar na redução do índice de desemprego.

A directora dos Recursos Humanos do Ministério da Educação,  Laudimira Sousa, disse, ontem, sobre o número de vagas disponíveis.

“Temos 7500 vagas distribuídas pelas 18 províncias. Foram distribuídas em proporção ao número de escolas que cada província tem”, disse. 

O concurso conta com a parceria dos Governos provinciais, aos quais recai, a responsabilidade, no êxito do processo.

Laudimira Sousa, sublinhou que não é a entidade  unidade recrutadora única que realizará o  concurso, é a local.

A director, garantiu que está tudo acautelado para se evitar aglomerações nas inscrições.

“Nós temos uma cota, dividida por municípios. E cada município vai dividir as inscrições por escolas. Poderão também fazer  inscrições por outras vias que cada província vai disponibilizar”, explicou.

Presidente da Associação dos Professores de Angola (APA), Inácio Gonga, considerou louvável a iniciativa.

O mesmo, disse que o pais está a mais 10 anos que sem realizar o concurso para auxiliares de limpeza.

“Vem na verdade preencher um vazio que há muito se fazia sentir.  Porque há mais de 10 anos que não se realizava concursos públicos de admissão deste pessoal tão essencial para o bom funcionamento das escolas. Regozijámo-nos e manifestamos o nosso apreço”.

Para Inácio Gonga, o ingresso de mais pessoal na área de limpeza vai ajudar a melhorar as condições de ensino nas escolas públicas.

“Precisamos, também, de olhar para o pessoal de segurança, para que, na verdade, se garanta a protecção requerida para instituições escolares”, explicou.

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