Novo álbum de Paulo Flores já tem data de lançamento

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Novo álbum de Paulo Flores já tem data de lançamento

Novo álbum de Paulo Flores já tem data de lançamento

O artista angolano Paulo Flores, recentemente deu a conhecer aos fãs, por intermédio das redes sociais que em data a anunciar vai autografar a sua nova obra discográfica intitulada “Bolo de aniversario” despertando assim, o entusiasmo dos amantes das suas maravilhosas composições e melodias únicas. Nesta segunda feira (11) o artista desfez todas as curiosidades ao revelar em primeira mão que a sua obra de originais será vendida e autografada em Julho, dia 11 em Luanda, na praça da independência e dia 15 em Lisboa, capital de Portugal.

Paulo Flores prepara lançamento novo álbum 32

Novo álbum de Paulo Flores será a 16ª obra do artista

Aos 43 anos de idade, Paulo Flores é dono de uma carreira invejável com  15 álbuns já vendidos, sendo o ultimo autografado a três anos atrás e que na altura muito sucesso fez no mercado nacional com  single “Boda”, é visto por muitos como um mostro da música angolana. Autor de sucessos como O Povo, Inocente, Minha Velha, Reencontro, Patala, Cherry, Isua Ioso, Je Pè, Bota Bota, 1972, Xé Povo, Menino Destino, Coisas da Terra e Está a Chegar a Hora, Sassassa, Marika, Cabelos da Moda, Inocente, Belina, Serenata Angola, Minha Senhora, Makalakato, Ramiro, Clarice e muito mais, Paulo Flores é considerado um artista versátil e um dos grandes impulsionadores do ritmo Kizomba na década de 1990, a par de Eduardo Paim e Ruca Van-Dúnem.

Biografia de Paulo Flores
Paulo Flores, autor, compositor e intérprete, é uma das principais referências na música de Angola e um defensor incansável do semba. Aos 40 anos celebra 25 de anos de carreira, pontuados por uma quinzena de discos.

Nascido em Luanda, Paulo Flores passa a sua infância em Lisboa, com viagens regulares a Angola. Através da sua Tia-Avó e de seu pai, Cabé, discotequeiro (dj/disc jockey) e amante de música, Paulo Flores descobre elos fortes com a cultura do seu país, mas também com o blues, a soul e outros géneros da cultura afro-americana. É com Carlitos Vieira Dias, célebre guitarrista dos palcos angolanos nos anos 70 que Paulo Flores faz as suas primeiras incursões no semba tradicional, autêntico, original, ritmos marcados por guitarras e melodias em tons menores. A partir de “Thunda Mu N’jilla” (no qual participa Carlitos) e de “Brincadeira Tem Hora” (1993) Paulo Flores procura novos sons e introduz alguns sembas e kazukutas no seu repertório, confirmando essa nova tendência em “Inocenti” (1995) e depois em “Canta Meu Semba” (1996). Cantos dolorosos (na tradição dos lamentos angolanos) alternam com ritmos de dança que associam instrumentos acústicos e eléctricos, na vontade de criar um semba que correspondesse aos seus sentimentos, um semba de fusão entre a tradição e o moderno. Desta forma Paulo Flores afasta-se voluntariamente do mundo das discotecas e vive intensamente as suas emoções e sentimentos na música. Sem slogans nem demagogias, a dor é íntima e imensa.

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