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Polícia interna mulher afro-americana por não acreditar que ela tinha um BMW

A vida de Kamilah Brock, uma bancária de 32 anos, mudou  quando foi intercetada pela polícia a conduzir um BMW.

Na altura, os agentes da polícia  que a pararam perguntaram-lhe por que razão não tinha as mãos no volante. Kamilah Brockrespondeu que estava a dançar, enquanto esperava num semáforo.

Foi, aparentemente, o suficiente para que os agentes a considerassem louca. Foi levada para a esquadra, onde teria de se voltar a apresentar no dia seguinte, com a sua viatura. Quando o fez, foi algemada e levada à força para uma ambulância, que a levou até um hospital psiquiátrico em Harlem.

Segundo Michael Lamonsoff, o advogado de Brock, injetaram-lhe fortes sedativos e foi forçada a tomar várias doses de lítio. Quando saiu, oito dias depois, tinha uma conta de mais de 11 mil euros à sua espera.

Um ano depois, Kamilah decidiu contar a sua versão da história. “Desde o momento em que disse que era proprietária do BMW que sinto que me olham como uma mentirosa”, confessou, no sábado, a bancária ao jornal britânico “The Independent”.

Durante os oito dias que esteve no hospital, o pessoal médico tentou várias vezes que Brock confessasse que o BMW não lhe pertencia, que não era bancária, e ainda que negasse que o Presidente Barack Obama a “seguia” no Twitter.

Fonte: Jn

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