Olá pessoal da BWÉVIP, hoje na sua rubrica “Dicas da Banda”, trazemos um tema para vossa reflexão e sugestão. Trata-se da nova maneira de escrever adoptada por muitos internautas, sobretudo os utilizadores do facebook. Palavras como “Xtou a vir”, “te kero”, “xtas bem?”, “ok”(Que nem é português), posso te kunhecer? “teklas da ond?” e outras frases, têm sido constantes no momento de trocas de mensagens entre os utilizadores, distorcendo a forma correcta de se escrever na língua portuguesa.

E atenção, quem pensa que aqueles famosos e tão comuns erros de português que vemos por aí no facebook são cometidos apenas por pessoas que estudaram pouco ou por pessoas desatenciosas, que escorregam na língua portuguesa está enganado. Estes erros são cometidos por pessoas com nível médio e superior, que também se deixam levar pela onda dos “xta bala”, “ya”, “kero”, e tantos outros termos que  onde se protagoniza as letras “K”,”y”,”Z”.

A questão que se coloca é: “Se na banda as pessoas continuarem  a adoptar esse tipo de escrita, que impacto ou que consequências negativas podem advir ?

A pergunta está a vossa disposição. A BWÉVIP, enquanto meio de comunicação social, cujo objectivo é informar, entreter mas também  educar, vai continuar a debater esse assunto, até que se verificar uma atitude diferente no vocabulário inventados por muitos angolanos.

Deixa a tua sugestão.

2 COMENTÁRIOS

  1. “Axim memo ta bom” se os brazileiros inventaram o português deles… Ninguem diz que está errado… Desde que as pessoas saibam como escrever correctamente, pode continuar assim, incousive acho que deveria ser oficializado como em alguns países fizeram… Tranformaram “linguas” internautas em maneira oficial e normal de escrever certas palavras.

  2. Acredito que na altura de fazermos a separação da linguagem devemos saber interpretar se o indivíduo escreveu por não saber o pelo que em inglês o chamamos short form. em português isso também é admitido, assim foi que pela flexibilidade dos estudiosos brasileiros o português deles evoluiu, e porque não são muito apegados ao passado acreditam que a cultura também evolui, no nosso caso passa a mesma coisa, por isso toda a crítica que se fizer ao nosso linguajar que seja construtiva, e devemos dar mérito aos do gueto e as demais pessoas que assim o fazem. Agora num documento formal devemos estar conscientes de que não devemos utilizar determinadas expressões porque serão consideradas erradas, é apenas isso.

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